2.4.11

DE VOLTA!

Olá pessoal. Volto das minhas férias virtuais. Espero poder ter regularidade novamente no blog.
Durante este tempo, estive assistindo a alguns filmes e séries bem bacanas, e lendo alguns livros. Aos poucos postarei aqui as impressões sobre os mesmos, esperando (despretensiosamente, claro) que sirva como um guia para os caros leitores do blog.
E aproveito esse post para deixar um novo link do camarada Atilassauro.
Um abraço a todos.

http://atilassauro.blogspot.com/2011/04/10-indicos-de-que-voce-e-um-pseudonerd.html

7.12.10

RECICLAGEM

Há um mote que permeia a sociedade contemporânea. O lema dos três Rs em defesa da natureza: Reduzir, Reaproveitar e Reciclar. Recomendo a todos praticar de maneira inteligente e sem cair no raso ‘politicamente correto’.
Atitude saudável para a ecologia do planeta que também tem servido para a cultura. Vi no famigerado ‘tubo infecto de elétrons’ uma reportagem sobre a primeira edição brasileira do ‘Red Bull Soundclash’, que contou com as bandas Mombojó e Devotos.
Dois palcos montados um em frente ao outro, e o público no meio deles. Uma banda de um lado e outra do outro vão protagonizar uma disputa musical em rounds, com regras específicas e um vencedor ao final, através de votação popular.
Uma idéia até bacana e bem produzida pela empresa. Mas me lembrei da descrição que li no livro ‘O Eterno Verão do Reggae’, de Carlos Albuquerque, sobre as ‘sound system’ jamaicanas. Lá nos anos 50 do século passado, caminhões e caminhonetes equipados com potentes auto-falantes, disputavam a audiência do público nas praças, em cada esquina de Kingston.  Djs e patrocínios na disputa da preferência do público.
Alguns trechos desse interessantíssimo livro pode ser lido aqui:
Uns dois ou três dias antes, intrigado com uma canção eletrônica de refrão repetitivo (ohh!) e pegajoso (nem por isso desagradável aos ouvidos), descobri uma história interessante por trás de ‘We No Speak Americano’, do Yolanda Be Cool e DCUP. Ela é na verdade um remix da canção ‘Tu Vuò Fà L’americano’, de Renato Carosone, um dos grandes compositores italianos nas décadas de 50 e 60.
Bom, reciclagem é isso ai... 

29.9.10

NADA DE NOVO DEBAIXO DO SOL

Próximo domingo, 03 de outubro, teremos eleições. Ano sim, ano não, todos aptos devem se dirigir às urnas e exercer seu direito ao sufrágio. Aqueles que me conhecem sabem da minha posição política com relação às eleições desde que eu tenho meu título: sempre voto nulo para todos os cargos. Isso não quer dizer que eu esteja a margem do processo eleitoral, ignore as principais propostas dos candidatos ou que não deseje mudanças no cenário político-partidário do país. Muito pelo contrário. Esse posicionamento advém principalmente do desejo de expressar meu descontentamento com o quadro que vejo. E muito mais do que votar secretamente nulo, discutir sobre isso e tornar público o ato é de vital importância, ao contrário do que os irascíveis 'defensores da democracia' dizem por aí.
Eu já tive um blog em que falava exclusivamente desse assunto. Certo dia, recebi um email extremamente mal-educado de um leitor que se dizia indignado (oh, surpresa!) porque uma pessoa que tinha o mesmo nome que ele (oh! surpresa verdadeira!) divulgava uma idéia tão absurda. Bom, como era de se esperar, o dito cujo era filho de político (se não me falha a memória, de um vereador do Amapá).
A obrigatoriedade de voto já é uma constatação do nível de comprometimento que os nossos políticos esperam da maioria dos cidadãos brasileiros. Obrigar a escolher um entre os candidatos que aí se nos apresentam é, pra dizer o mínimo, subestimar a capacidade crítica de nós, eleitores.
Eu vejos os debates e horários de propaganda eleitoral gratuita, com os candidatos que representam a continuidade do quadro insatisfatório da política brasileira de um lado e, de outro, os desesperados rivais destes que propõem programas de governo ou idéias mirabolantes e nem um nem outro indo de encontro aos nossos anseios. Então me lembro da música 'sapato 36', do Raul Seixas.
Tudo isso sem contar a avalanche de candidatos nesta eleição que, sem acanho algum, utilizam seu espaço para aparecer como palhaços ou piadistas. Num país em que o TSE tentou proibir (sem sucesso, ainda bem) a sátira a candidatos, é um paradoxo sem tamanho. Nossa democracia é nova e ainda frágil, mal compreendida talvez, pela maioria da população e atitudes como essa por parte desses candidatos que não levam a política a sério não contribui em nada para solidificá-la.
E alguém ainda vai me explicar a conta que fazem os que defendem o 'voto tamanho 36': uma posição política séria como o voto nulo não pode; achincalhar a democracia na tv e no rádio pode....

23.9.10

ATILASSAURO

http://atilassauro.blogspot.com/2010/09/novo-habitat_18.html


Esse é o novo blog do camarada átila. Atentem para o 'coisas que vocês jamais encontrarão neste blog'. Ele continua dizendo algumas coisas que eu gostaria com as palavras que eu diria se tivesse pensado antes. Rs.
Vale pelo menos uma olhada semanal. Faço meu esse intrioto. Com uma diferença: se aparecer aqui uma crítica não construtiva, me desculpem, mas foi proposital!
Imaginem agora salameleques sem propósito e olhos avermelhados. Inté!

8.9.10

QUESTÃO (QUASE) FILOSÓFICA

Eu gosto de rock. Sei que não da pra ver direito na fotinho ai do meu perfil, mas eu tenho o cabelo comprido, sempre de calça preta, camiseta preta (de bandas cujos nomes estão em caracteres ineligíveis aos leigos) e quando estou com fones nos ouvidos, o indefectível balançar de cabeça.
Mas descobri que todos esses clichês estilísticos não são suficientes para me caracterizar. Praticamente todos os dias alguém me olha, de cima a baixo, com aquela cara de quem está fazendo uma descoberta e tasca:
- Você é roqueiro?
Hum. Convenhamos. Ou falta-lhes poder de observação ou cultura geral, sei lá. Mas eu tenho sempre uma resposta:
- Não. Sou cover do Frank Aguiar. Mas tô sem o chapéu hoje.
Ou:
- Não. É promessa. Pra ver se todo mundo que me faz essa pergunta é fulminado por um raio. Não está dando certo até agora.
Ou simplesmente:
- Deus me livre!
Isso me lembra um dia em que estava num show no saudoso Bar do Bal (bons tempos). Lá só rolava rock, metal e as variantes. Eu havia saído pra porta, pra tomar um ar. Me aparece um senhor:
- Eu to procurando meu filho. Ele tem o cabelo comprido e tá de camiseta preta.
Abri a porta e mostrei pra ele os cento e tra-lá-lá metaleiros la dentro:
- Pode escolher um aí, senhor...

É difícil!

PS.: Gente, não sou eu na imagem!

1.9.10

AMAZING!

Fiquei um tempão tentando sacar se fui enganado. Depois de concluir que não (seria terrível pro meu ego...), tento descobrir como algo assim pode ser possível. Espero que os que virem isso fiquem tão impressionado como eu, mesmo chegando a conclusão que não é 'trabalho braçal' coordenado e sim algum tipo de programação na iluminação do prédio.
Snake e Tetris (desse jeito) rocks!! And have fun!
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Esses e outros vídeos estão no youtube (claro!). 

30.8.10

BOAS VINDAS

Bem-vindos, a este canto que imagino como um pequeno circo. Desses que não vemos mais. Quase mágicos, um pouco melancólicos e a própria representação da permanência num mundo em mudança. Estou na entrada; uma mão meio que acena, meio que convida. A outra, erguida, treme levemente. Bom seriam muitos, mas os poucos provocam o discreto sorriso. Adentrem. Talvez não seja bonito: um pouco velho, bancos duros, palhaços ácidos e atrações às vezes chatas. Mas hoje em dia, quantos circos ao seu alcance, não é?